Tinta offset

EMULSIONAMENTO

  • Diminuir fluxo de água e tinta
  • Utilizar tinta pura
  • Verificar regulagem da rolaria da tinta, pois quando desregulada ocasiona má transferência da tinta e aquecimento acima do normal (Referência próxima de 30˚C)
  • Deixar sistema de refrigeração da rolaria próxima de 25˚C
  • Diferença de temperatura entre as rolarias de tinta e molhagem, inferior a 15˚C
  • Verificar valores da solução de molhagem e se necessário trocar seguindo recomendações do fabricante da solução de fonte (Percentual de dosagem, pH, condutividade e , caso utilize, dosagem do álcool)
  • Obs.: Ajustar o valor de condutividade com água ou álcool, não resolverá pois apenas simulará o valor e a contaminação continuará presente na solução de molhagem.
  • Dureza da água fora do range adequado (8dH á 12dH)
  • Álcool batizado
  • Manter porosidade dos rolos sempre limpos, utilizando conjunto de pastas para preservação e limpeza dos rolos
  • Suporte com problema superficial, soltando muito pó

 

SECAGEM LENTA

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Tinta com baixa concentração pigmentária e/ou secagem deficiente
  • pH da solução de molhagem abaixo de 4,5 (Apesar das soluções serem tamponadas, em tempo prolongado e excesso de contaminação, pode ocasionar uma queda no valor do pH)
  • Álcool acima de 15%
  • Condutividade fora dos valores especificados pelo fabricante da solução de fonte
  • Papel com coated muito fechado
  • Papel com pH ácido e/ou umidade elevada (>7%)
  • Baixa circulação de ar e/ou baixa temperatura na sala de impressão
  • Pó de qualidade ruim e/ou mal distribuído sobre a folha (O pó não acelera a secagem da tinta porém se não fizer um colchão de ar adequado entre as folhas, prejudicará a secagem. O mais importante é a perfeita distribuição sobre a folha impressa e não a quantidade aplicada)

 

VOAGEM / MISTING

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Rolaria calcificada (Rolos ficam com aparência brilhante e superfície lisa, visualmente tende ficar esbranquiçados)
  • Mal paralelismo entre os rolos
  • Rolos com dureza elevada e/ou diâmetro acima do especificado pelo fabricante
  • Quando possível, ajustar entintagem durante acerto, com rotação elevada do rolo alimentador e as zonas de entintagem individuais a menor possível
  • Tinta muito curta (Baixa fluidez)
  • Tubulação de ar da sala de impressão, sobre a unidade impressora.

 

SCUMMING (Acumulo de tinta na blanqueta fora da área do suporte)

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Chapa com vestígios de camada sensível
  • Blanqueta mal tensionada
  • Blanqueta com rugosidade ruim devido ação dos químicos
  • Blanqueta inchada nas pontas devido ação dos químicos. Infiltração ocasionada nas laterais da blanqueta quando não tem impermeabilização e/ou quando blanqueta é mal colocada no cilindro impressor.
  • Calço inadequado (Utilizar calço calibrado)
  • Quantidade de calço inadequada (Verificar manual da máquina impressora)

 

ACUMULO DE TINTA NA ÁREA DE GRAFISMO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Tinta com reologia inadequada (Baixo tack, rigidez elevada e/ou baixa viscosidade)
  • Excesso de fluxo da solução de molhagem
  • Papel com baixa resistência superficial, soltando muito pó
  • Blanqueta mal tensionada e/ou com rugosidade inadequada devido ações dos químicos

 

DESGASTE DE CAMADA DA CHAPA

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Tinta com elevada concentração
  • Problema de moagem da tinta
  • Pigmento com dureza elevada
  • Propriedades química da tinta incompatível com a camada sensível da chapa
  • Blanqueta mal tensionada
  • Excesso de calço na blanqueta
  • Excesso de pressão na faixa de contato, principalmente dos entintadores e molhadores na chapa
  • Chapa mal processada na pré impressão (Exposição inadequada, revelação saturada, excesso de pressão nos rolos da processadora, rolos em má conservação, temperatura dos químicos inadequados e outros)
  • Solução de molhagem com pH abaixo de 4,5
  • Álcool acima de 15%

 

SANGRAMENTO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Pigmento mal umectado pelo verniz da tinta
  • Incompatibilidade da tinta com a solução de molhagem (Verifique deixando pouco de tinta num recipiente e complete com solução de molhagem em boas condições para verificar sangramento)
  • Solução de molhagem com dosagem acima do recomendado
  • Álcool acima de 15%
  • Solução de molhagem com pH e condutividade fora do especificado pelo fornecedor da solução de fonte
  • Solução de molhagem saturada (Monitorar diariamente), trocar no máximo a cada 15 dias. Em sistemas que eliminaram o álcool e/ou efetuam muitas lavagens na rolaria (Tintas especiais) trocar a solução de molhagem a cada semana. Para sistema que tem filtragem para limpeza, a troca chega a ultrapassar 90 dias.

 

VELATURA

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Sangramento da tinta na solução de molhagem (Verificar causas no sangramento)
  • Chapa mal processada, com vestígios de camada sensível
  • Chapa mal colocada no cilindro, ficando com folga próximo as pinças (Dobrar uma chapa por vez)
  • Blanqueta mal tensionada
  • Blanqueta tensionada no sentido fibra inadequado
  • Resíduo de pastas de limpeza e/ou solvente na rolaria

 

CONTAMINAÇÃO DA TINTA NO TINTEIRO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Sequência inadequada (Máquina 4 cores – PCMY)
  • Tinta com reologia inadequada (Principalmente o tack)
  • Tinta muito secativa
  • Tinta mal aditivada (Sempre aditivar em último caso e com orientação do fabricante)
  • Tinta com baixa concentração pigmentária
  • Blanqueta mal tensionada e/ou com superfície inadequada devido ações dos químicos
  • Blanquetas de diferentes fornecedores no equipamento

 

BAIXA RESISTÊNCIA AO ATRITO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Tinta mal aditivada (Sempre aditivar em último caso e com orientação do fabricante)
  • Suporte muito irregular e/ou com excesso de penetração do veículo da tinta, ocasionando podragem (Pigmento mal ancorado devido alta penetração do verniz)
  • Quando possível ou em trabalhos críticos, aplicar verniz para melhor proteção

 

REJEIÇÃO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Alto fluxo da solução de molhagem
  • Papel com baixa resistência superficial, soltando muito pó
  • Blanquetas de diferentes fornecedores na mesma máquina
  • Sequência inadequada (Máquina 4 cores – PCMY)
  • Tinta aditivada
  • Tinta vidrada (No caso de máquinas mono e bicolores)

 

BAIXO BRILHO

  • Tinta emulsionada (Verificar causas no emulsionamento)
  • Alto fluxo da solução de molhagem
  • Suporte muito irregular e/ou alta absorção
  • Tinta aditivada